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Secretário de Saúde nega situação de colapso em hospitais de Ribeirão Preto

Sandro Scarpelini não descarta hospital de campanha, mas destaca que existem outras opções
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Sandro Scarpelini não descarta hospital de campanha, mas destaca que existem outras opções

Sandro Scarpelini não descarta hospital de campanha, mas destaca que existem outras opções

Nesta quarta-feira, o secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Sandro Scarpeline, descartou o colapso nos hospitais da cidade para tratamento de pacientes com Covid-19, embora não descarte a montagem de um hospital de campanha.

Alternativas ao Hospital de Campanha

Scarpeline afirmou que, caso necessário, a cidade possui alternativas mais econômicas. Uma delas é a utilização do centro de convenções do Hospital das Clínicas, fechado devido à pandemia. Sua grande área permitiria a montagem de divisórias e estrutura necessária, aproveitando-se da existência de gerador e instalações adequadas. O secretário citou Belo Horizonte como exemplo, onde um centro de convenções foi adaptado para hospital de campanha.

Capacidade Hospitalar Atual

A Rede de Saúde de Ribeirão Preto (hospitais públicos e privados) conta com 167 leitos de UTI disponíveis para casos graves de Covid-19, com 144 pacientes internados (86% de ocupação – dados de ontem). Desde a segunda quinzena de junho, houve um aumento de 38% no número de leitos. Inicialmente, o Comitê Municipal de Combate à Covid havia previsto 121 leitos de UTI. Em enfermaria, há 236 vagas, com 157 ocupadas (66% de ocupação).

Investimentos em Recursos Humanos e Equipamentos

O secretário considera o investimento em recursos humanos e equipamentos para ampliar o atendimento das UTIs uma alternativa mais viável que a instalação de um hospital de campanha, embora não a descarte como possibilidade. A região de Ribeirão Preto registra 7.932 casos confirmados e 270 mortes por Covid-19. Ribeirão Preto, especificamente, tem 3.981 casos confirmados e 121 mortes. A taxa de isolamento social na cidade ficou em 45% na segunda e terça-feira.

A situação da pandemia em Ribeirão Preto permanece sendo monitorada de perto pelas autoridades de saúde, que avaliam constantemente a necessidade de ampliação da capacidade hospitalar para atender à demanda.

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