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Secretário Geral de Sindicato nega ter chaves de sala de Walter Gomes

Alcides Cardoso afirmou para a Receita Federal, que nunca teve acesso às salas do ex-presidente da entidade, preso por corrupção
Chaves sala Walter Gomes
Alcides Cardoso afirmou para a Receita Federal, que nunca teve acesso às salas do ex-presidente da entidade, preso por corrupção

Alcides Cardoso afirmou para a Receita Federal, que nunca teve acesso às salas do ex-presidente da entidade, preso por corrupção

Acesso negado às salas do ex-presidente do sindicato

O secretário-geral do Sindicato dos Condutores de Veículos de Ribeirão Preto, Alcides Cardoso, relatou que não tinha acesso às salas do ex-presidente da entidade, o ex-vereador Walter Gomes, preso desde dezembro de 2022 acusado de corrupção na Operação Cevandija. Somente com a presença de funcionários da Receita Federal e da Polícia Federal, que realizaram buscas na sede do sindicato na Rua Sergipe, bairro Campos Elíseos, foi possível entrar nos cômodos. Um chaveiro precisou ser chamado, pois não havia outra forma de acesso às duas salas.

Buscas em busca de documentos

As buscas, ocorridas ontem, concentraram-se na procura de documentos relacionados a Walter Gomes, suspeito de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. A Polícia Federal, em nota, informou que os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Ribeirão Preto e que sua atuação se limitou à segurança do local. Além do sindicato, um escritório de contabilidade na Rua Regina, que supostamente prestava serviços a Gomes, também foi alvo das buscas.

Investigação em andamento

O delegado da Receita Federal, Glauco Guimarães, em entrevista à CBN, declarou que o processo é sigiloso. Os agentes buscavam documentos não apresentados anteriormente e que podem comprovar fraudes tributárias ou outros crimes. Foram apreendidas mídias eletrônicas para perícia e serão recuperados arquivos deletados. A possibilidade de novas buscas não foi descartada. A investigação se concentra na questão tributária, incluindo sonegação e ocultação de bens, crimes que podem levar à abertura de novos processos criminais pelo Ministério Público. A defesa de Walter Gomes nega sua participação no esquema investigado.

Em resumo, a operação resultou na busca de documentos cruciais para a investigação, com a apreensão de mídias eletrônicas e a recuperação de dados apagados. A investigação segue em andamento, com a possibilidade de novas etapas dependendo da análise das informações obtidas.

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