Otávio Okano, do Meio Ambiente, prestou depoimento à CPI da Eutanásia; falta de recursos foi um dos problemas apontados
CPI investiga eutanásia animal
Michelle Souza, em entrevista ao Giro, acompanhou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal que investiga suspeitas de eutanásia animal na Coordenadoria do Bem-Estar Animal. A CPI apura se houve irregularidades nos procedimentos de eutanásia, sem o respeito às leis em vigor.
Depoimento e responsabilidades
O secretário do Meio Ambiente, Otávio Cano, responsável pela Coordenadoria, foi convocado e alegou desconhecer os fatos. Ele prometeu mudanças e atribuiu a responsabilidade pela prática indiscriminada de eutanásia ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). A investigação busca determinar se houve erros médicos e se o CRMV agiu de forma adequada diante das suspeitas de irregularidades.
Provas e consequências
O vereador Marcos Papa, presidente da CPI, afirma possuir provas da prática ilegal de eutanásia e as encaminhará ao Ministério Público, que já investiga o caso. Se o Ministério Público reconhecer a prática ilegal, o prefeito poderá ser responsabilizado por infração político-administrativa, podendo inclusive sofrer impedimento. A CPI alerta para as ilegalidades cometidas pela Coordenadoria desde o ano passado. Apesar do pedido de entrevista à coordenadora do bem-estar animal, Carolina Vilela, e ao CRMV, até o momento não houve retorno.
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A investigação da CPI sobre as denúncias de eutanásia animal segue em andamento, com o objetivo de apurar responsabilidades e garantir o cumprimento da legislação vigente. A falta de respostas por parte da coordenadora e do CRMV dificulta o esclarecimento completo dos fatos.



