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Segunda fase da Operação Sevandija começa com três prisões

Layr Luchesi Júnior, David Mansur Cury e Jorge Carlos Amin tiveram a prisão preventiva decretada pela Polícia Federal
Operação Sevandija
Layr Luchesi Júnior, David Mansur Cury e Jorge Carlos Amin tiveram a prisão preventiva decretada pela Polícia Federal

Layr Luchesi Júnior, David Mansur Cury e Jorge Carlos Amin tiveram a prisão preventiva decretada pela Polícia Federal

Nesta segunda-feira, uma operação da Polícia Federal resultou na prisão de três importantes figuras ligadas à prefeitura de Arcivera. Entre os presos estão Laíro Lucchese Jr., terceiro secretário e braço direito da prefeita; Davi Mansurkuri, ex-superintendente da Coderp; e Jorge Amin, diretor regional da empresa Ega Saneamento.

Prisão Preventiva de Lucchese Jr.

Laíro Lucchese Jr., afastado do cargo há 11 dias por decisão judicial, foi preso preventivamente. Seu advogado, Fábio Boleta, declarou estar analisando a situação e buscando entender os motivos da prisão, alegando falta de elementos para uma prisão preventiva.

Mansurkuri e o Contrato da Coderp

Davi Mansurkuri, ex-superintendente da Coderp, deixou o cargo em 2015 após polêmica envolvendo a tentativa de cancelamento de um contrato milionário entre a Coderp e a Atmosfera, atendendo a recomendações do TCE e do Ministério Público de Contas. A compra de 670 catracas pela Coderp durante a gestão de Curi também está sob investigação.

Amin, Ega Saneamento e a Operação Sevandígia

Jorge Amin, ligado ao homem forte do Daerp e da gestão de Arcivera, Marco Antonio dos Santos, e amigo de Luiz Mantila-Rodrigues (também preso na operação), foi preso por sua ligação com a Ega Saneamento, empresa do grupo Ngpave que venceu licitação de R$ 80 milhões para troca de rede de água em Ribeirão. A Operação Sevandígia, que investiga fraudes em contratos e licitações que somam mais de R$ 203 milhões, já prendeu 16 pessoas, incluindo o secretário de educação e o superintendente do Daerp e Coderp. A Polícia Federal informou que algumas prisões foram prorrogadas e divulgará mais informações em nota.

Em decisão anterior, a justiça mandou soltar quatro pessoas: Maria Zoely Alves Librandi, Julia Mantila-Rodrigues Neto, Johnson Dias Correia e Teresa Cristina Lopes da Silva. Os motivos para as solturas foram mantidos em sigilo pelo juiz do caso. A operação continua em andamento.

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