No medidor que vai de 0 a 200, cidade registrou medidas acima dos 190, nesta segunda (6); região está com muita fumaça e fuligem
Segunda-feira amanheceu com intensa névoa branca e múltiplos focos de incêndio em Cravinhos, causando dificuldades para brigadistas em rodovias. O secretário de meio ambiente, Van Der Somm-kartnell, classificou o dia como o segundo pior do ano, superado apenas por 16 de atrássto, quando um caminhoneiro morreu em um incêndio na zona rural. O combate aos incêndios durou horas, sobrecarregando os brigadistas.
Combate aos Incêndios e Prioridades
Na quarta-feira, um grande incêndio próximo ao parque ecológico exigiu intervenção imediata. O controle inicial ocorreu entre 13h e 17h de sábado. A situação foi agravada por altas temperaturas (acima de 30°C), ventos fortes (acima de 30 km/h) e baixa umidade do ar (abaixo de 30%), fatores que contribuíram para a rápida propagação das chamas.
Situação Crítica e Qualidade do Ar
A complexidade da situação se deu pela localização dos focos de incêndio, dentro e fora da cidade, exigindo esforços contínuos dos brigadistas durante a madrugada. A insuficiência de recursos para atender a todos os focos de incêndio simultaneamente gerou preocupação com a qualidade do ar. Medições da CETESB apontaram índice de 198 em uma escala que vai até 200, indicando qualidade do ar próxima do pior nível.
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Impactos e Preocupações
A situação demonstra a gravidade dos incêndios e seus impactos na qualidade do ar em Ribeirão Preto. A necessidade de mais recursos e estratégias de prevenção são evidentes para evitar novos eventos dessa magnitude e proteger a população.



