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Segundo CAGED, Brasil gerou um milhão de empregos formais no primeiro semestre de 2021

Dimas Faccioli traz informações positivas para o mercado de trabalho; ouça a coluna 'CBN Empregos e Oportunides'
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Dimas Faccioli traz informações positivas para o mercado de trabalho; ouça a coluna 'CBN Empregos e Oportunides'

Dimas Faccioli traz informações positivas para o mercado de trabalho; ouça a coluna ‘CBN Empregos e Oportunides’

O Brasil registrou um saldo positivo na criação de empregos formais em 2021, com cerca de 1,5 milhão de novas vagas no primeiro semestre. Esse crescimento vem sendo observado desde julho de 2020, com exceção de dezembro, e se intensificou em 2021, impulsionado pela vacinação contra a Covid-19.

Recuperação econômica e geração de empregos

A retomada da economia, impulsionada pela vacinação e pelo aumento do consumo, levou diversas empresas a recontratar funcionários. Os setores de serviços e comércio foram os que mais contribuíram para o crescimento do número de empregos, com mais de 300 mil novas contratações apenas em um mês. Programas governamentais de manutenção do emprego também contribuíram para a estabilidade do mercado de trabalho formal.

Desafios e perspectivas

Apesar dos números positivos, o índice de desemprego ainda se mantém em torno de 14%, segundo o IBGE. Essa estatística reflete a necessidade de adaptação do trabalhador às novas demandas do mercado, com a crescente busca por profissionais qualificados. A informalidade continua sendo um desafio, influenciando o índice do IBGE, que considera apenas o emprego formal. O país voltou a ter mais de 40 milhões de empregos formais, um número que não era visto há algum tempo. Ainda há espaço para melhorias, como a redução do custo da mão de obra para incentivar a formalização de empregos.

Números positivos e desafios futuros

Os dados demonstram uma recuperação econômica significativa e um aumento na geração de empregos formais. No entanto, a persistência da informalidade e a necessidade de qualificação profissional exigem atenção contínua. A redução do custo da mão de obra e a criação de políticas públicas que estimulem a formalização são cruciais para a consolidação desse crescimento e a diminuição do índice de desemprego. Ribeirão Preto, por exemplo, gerou mais de 1.300 novos empregos formais em junho, demonstrando a tendência positiva em diversas regiões do país.

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