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Segundo filme de adaptação do musical de ‘A Cor Púrpura’ chega aos cinemas

Produção original, de 1985, lançou a carreira de Whoopi Goldberg; Marcos de Castro faz uma análise na coluna 'Cinema'
A Cor Púrpura filme
Produção original, de 1985, lançou a carreira de Whoopi Goldberg; Marcos de Castro faz uma análise na coluna 'Cinema'

Produção original, de 1985, lançou a carreira de Whoopi Goldberg; Marcos de Castro faz uma análise na coluna ‘Cinema’

A versão musical de A Cor Púrpura, produzida por Oprah Winfrey, chega aos cinemas após o sucesso do filme de 1985 dirigido por Steven Spielberg. Enquanto o longa original, indicado a 11 Oscars, se destacava por sua fotografia densa e dramática, a nova versão traz uma abordagem diferente.

Um Clássico Reimaginado

O musical, dirigido por Blitz Bazale, opta por uma paleta de cores vibrantes, contrastando com a atmosfera sombria do filme de Spielberg. As cenas musicais, inspiradas nos musicais da era de ouro de Hollywood, trazem alegria e brilho, aliviando o peso dramático da história original. Apesar da mudança de tom, a narrativa sobre a opressão sofrida pelas mulheres negras e a busca pela identidade permanece comovente.

Entre o Drama e a Alegria

A versão musical preserva a força da história de A Cor Púrpura, mas suaviza seu impacto emocional. Enquanto o filme de 1985 causava um profundo impacto no espectador, o musical oferece uma experiência mais leve, embora ainda comovente. Essa escolha, segundo Marcos de Castro, pode ser proposital, permitindo que o público escolha entre a experiência emocionalmente intensa do filme original e a versão mais acessível do musical.

Uma Nova Perspectiva

Apesar de ter recebido apenas uma indicação ao Oscar (para a atriz que interpreta Sofia), a versão musical de A Cor Púrpura se destaca pela qualidade de seus números musicais e pela impecável direção. Para os amantes de musicais, a produção oferece uma experiência visualmente rica e memorável. A comparação entre as duas versões – a dramática versão de Spielberg e o musical vibrante de Oprah Winfrey – permite uma apreciação mais completa da história e de suas diferentes interpretações. A escolha entre uma ou outra dependerá da preferência do espectador pela intensidade dramática ou pela celebração musical.

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