Marcelo Fernandes da Fonseca foi preso pela manhã, em Diadema (SP); depoimento deve acontecer nas próximas horas
Segundo informações da CBN Ribeirão Preto, um segundo suspeito pela morte do engenheiro Beto Braga foi preso em Diadema e será transferido para Ribeirão Preto ainda hoje. Trata-se de Marcelo Fernandes da Fonseca, 28 anos, morador de Ribeirão Preto, que estava na Grande São Paulo no momento da prisão.
Prisão e Investigação
Marcelo foi preso temporariamente por 30 dias e, por enquanto, não possui advogado definido. A polícia já possuía indícios de sua participação antes mesmo do depoimento de Gabriel Brito, o primeiro suspeito preso. O depoimento de Gabriel reforçou a presença de Marcelo no local do crime e o incriminou como o executor de Beto Braga, alegando que o crime ocorreu por estrangulamento. A polícia representou pela prisão de Marcelo e o prendeu em uma residência em Diadema.
Detalhes sobre os Suspeitos e o Crime
Marcelo, além de morar em Ribeirão Preto, também trabalhava como acompanhante. Segundo a polícia, ele fugiu para São Paulo após o crime e depois seguiu para o Rio de Janeiro. Gabriel Brito, também suspeito, conheceu Beto Braga no dia do crime através de Marcelo. A polícia irá interrogar Marcelo e confrontar seu depoimento com o de Gabriel para esclarecer os fatos. As investigações buscam determinar se havia outras pessoas envolvidas além dos três (Beto, Marcelo e Gabriel).
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Próximos Passos e Conclusões da Investigação
A polícia pretende interrogar Marcelo e confrontar sua versão com a de Gabriel, buscando a versão mais verdadeira dos fatos. A reconstituição do crime poderá auxiliar na elucidação do caso. O laudo pericial, ainda não divulgado na íntegra, já confirmou a causa da morte como estrangulamento. A ausência de câmeras de segurança dificulta a investigação, mas a polícia acredita que apenas os três estavam presentes no apartamento onde ocorreu o crime, e que Beto Braga foi morto por Marcelo e/ou Gabriel. A polícia investiga também a possibilidade de latrocínio. O depoimento de Marcelo é crucial para o avanço das investigações e para esclarecer detalhes sobre a dinâmica do crime.



