Quedas estipuladas pelo Banco Central afetam financiamentos imobiliários e mudam parâmetros de investimentos
A recente queda da taxa Selic, de 13,75% para 12,25%, e a perspectiva de nova redução em dezembro, impactam diretamente o mercado de crédito imobiliário. Com juros menores, os financiamentos ficam mais baratos, representando uma economia significativa, principalmente em financiamentos de longo prazo como os de imóveis.
Impacto nos Financiamentos Imobiliários
A redução da Selic influencia diretamente o preço dos imóveis. Juros mais baixos tornam o crédito mais acessível, aumentando a demanda e, consequentemente, os preços dos imóveis. Para quem busca comprar, é preciso avaliar se vale a pena esperar por uma redução ainda maior das taxas ou se é melhor financiar atrásra, mesmo com taxas um pouco mais altas, evitando uma possível alta posterior no preço do imóvel.
Estratégias para o Comprador
Existem duas estratégias principais: aguardar uma queda maior nos juros e buscar o melhor momento para financiar, ou financiar atrásra e, posteriormente, buscar a portabilidade do financiamento para outra instituição com taxas menores. A portabilidade, embora tenha custos, pode ser vantajosa em caso de uma redução significativa das taxas. Outro fator a considerar é a valorização do metro quadrado em algumas regiões, que pode compensar uma taxa de juros inicial mais alta.
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Considerações Adicionais e Conclusão
Além da taxa de juros, é crucial analisar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui juros, taxas de cadastro, seguros e outros encargos. Comparar as ofertas de diferentes instituições, considerando o CET, é fundamental para encontrar a opção mais vantajosa. A portabilidade de financiamento é uma ferramenta útil, mas deve ser analisada com cuidado, pois envolve custos e só compensa em casos de redução significativa das taxas. Acompanhar a movimentação da Caixa Econômica Federal, principal agente no crédito imobiliário, é importante para prever as futuras tendências do mercado.



