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Sem solução, “lagoa misteriosa” no Jardim José Sampaio continua a incomodar moradores

Água continua a brotar do solo da área de preservação ambiental, sem saber a origem e qual a procedência do líquido
lagoa misteriosa
Água continua a brotar do solo da área de preservação ambiental, sem saber a origem e qual a procedência do líquido

Água continua a brotar do solo da área de preservação ambiental, sem saber a origem e qual a procedência do líquido

A lagoa misteriosa que surgiu no Jardim José Sampaio, em Ribeirão Preto, continua sendo um enigma. Meses após seu aparecimento, a água que brota do solo perto de árvores permanece sem explicação, preocupando moradores e autoridades.

Água que brota e riscos ambientais

Localizada em uma área de preservação ambiental às margens de um córrego, a lagoa se formou há pelo menos seis meses, segundo relatos. A reportagem da CBN Ribeirão esteve no local em setembro e constatou a impossibilidade de acesso ao terreno devido ao pântano formado pela água. A profundidade da água preocupa os moradores, que temem afogamentos. Além disso, o acúmulo de água contribui para a proliferação de mosquitos, aumentando o risco de doenças como a dengue.

Descarte irregular de lixo e falta de solução

A situação é agravada pelo descarte irregular de lixo no terreno. A reportagem constatou um aumento significativo na quantidade de resíduos, incluindo móveis, entulhos de construção e galhos de árvores podadas. A falta de limpeza e fiscalização contribui para a proliferação de ratos e outros animais, intensificando os problemas sanitários e de saúde pública. Apesar de escavações e a construção de uma canaleta para direcionar a água para o córrego terem sido realizadas, o problema persiste. A prefeitura, inicialmente, descartou vazamento na rede de abastecimento, mas até o momento não apresentou um laudo conclusivo sobre a origem da água.

Moradores cobram providências

Moradores demonstram preocupação e indignação com a falta de solução para o problema. Eles relatam o aumento de mosquitos, mau cheiro e a sensação de abandono pela prefeitura. A comunidade cobra providências urgentes para solucionar a questão da lagoa, do descarte irregular de lixo e dos problemas sanitários decorrentes da situação. A prefeitura informou que irá realizar uma vistoria conjunta com a SAERP e a Secretaria de Infraestrutura para definir ações no local, mas uma resposta definitiva sobre a origem da água ainda não foi apresentada.

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