Pesquisa realizada em conjunto com a Opinion Box apontou que cerca de 37% de todas se preocupa em administrar os gastos
Novos tempos, novas gerações e novas formas de lidar com as finanças. A forma como as gerações mais jovens administram seu dinheiro difere significativamente dos métodos tradicionais, impactando seus hábitos de consumo e investimentos.
A Mudança de Paradigma no Investimento
Há 20 anos, era comum carregar dinheiro em espécie. Hoje, a maioria das transações financeiras é feita por aplicativos, permitindo abertura de contas, transferências e investimentos sem interação física. Esse acesso facilitado a plataformas digitais impulsiona novas estratégias de investimento, embora o mercado brasileiro ainda apresente uma dependência significativa de bancos tradicionais (92%), em contraste com os EUA, onde a maior parte dos investimentos ocorre fora do sistema bancário tradicional.
Diferenças Geracionais nos Investimentos
O consultor financeiro Felipe Borba destaca a diferença entre investidores mais velhos e jovens. Enquanto os mais velhos buscam replicar estratégias bancárias tradicionais em outras plataformas, buscando maior rentabilidade, os mais jovens demonstram maior propensão a riscos e diversificação, investindo em ativos como bolsa de valores e criptomoedas. Essa diferença se deve à falta de experiência prévia com os métodos tradicionais de investimento.
Começar Cedo e Planejar o Futuro
Independentemente da idade, o conselho principal é começar a investir o quanto antes, mesmo com valores pequenos. A consistência dos aportes, aliada aos juros compostos, garante um crescimento significativo ao longo do tempo. A educação financeira é crucial para o planejamento de longo prazo, incluindo a previdência e a escolha de um modelo de aposentadoria adequado. A inclusão da educação financeira no currículo escolar é apontada como essencial para garantir o futuro financeiro das novas gerações e promover uma maior tranquilidade financeira.



