Sindicato pede aumento de 11% no ordenado além de outras 161 reivindicações; representantes se reúnem nesta sexta na Transerp
A negociação salarial entre a Prefeitura de Ribeirão Preto e o sindicato dos servidores municipais promete ser diferente da do ano passado. Em 2017, a falta de diálogo resultou em 21 dias de greve, com prejuízos para a população. Desta vez, a expectativa é de um processo mais amistoso.
Negociação em andamento
Nesta sexta-feira, ocorreu a primeira rodada de negociação na sede da Transherp. O presidente do sindicato, Laerte Carlos Augusto, espera um diálogo construtivo para evitar novos transtornos. A pauta, com 161 itens, reivindica quase 11% de reajuste em salários, vale-alimentação e cesta básica nutricional dos aposentados. O sindicato argumenta que o município tem condições financeiras para atender às demandas, estando abaixo do limite de gastos com pessoal imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Expectativas e desafios
Laerte Carlos Augusto afirma que as reivindicações da categoria são justas e que o município possui recursos para atendê-las. A especialista em administração pública, Cláudio Apassador, destaca a importância do diálogo e da transparência para uma negociação bem-sucedida, considerando as responsabilidades fiscais da prefeitura. Para Apassador, a apresentação de dados e um debate aberto são cruciais para um acordo que atenda tanto ao sindicato quanto à administração municipal.
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A expectativa é de que as negociações avancem positivamente, buscando um acordo que evite novos conflitos e garanta a recomposição salarial dos servidores, sem comprometer as finanças públicas de Ribeirão Preto.



