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Servidores iniciam paralisações por falta de acordo de reajuste salarial

Uma liminar da Justiça impede que os serviços de saúde e educação sejam prejudicados, mas há denúncias de problemas em UBDS
Reajuste salarial servidores
Uma liminar da Justiça impede que os serviços de saúde e educação sejam prejudicados, mas há denúncias de problemas em UBDS

Uma liminar da Justiça impede que os serviços de saúde e educação sejam prejudicados, mas há denúncias de problemas em UBDS

Paralisação dos servidores municipais de Ribeirão Preto causa impactos em serviços públicos

Impactos na Saúde

A greve dos servidores municipais de Ribeirão Preto, iniciada nesta data, afetou significativamente os serviços de saúde. Unidades como a UBS da Vila Virgínia registraram impactos consideráveis, com atendimentos de urgência e emergência funcionando parcialmente. Consultas agendadas foram mantidas, mas exames e atendimentos de outras especialidades foram suspensos. A situação gerou revolta em alguns pacientes, como o Sr. José Bueno Garcia, que teve seu exame agendado há dois meses remarcado devido à paralisação. A campanha de vacinação contra a gripe também foi afetada, com apenas a vacina contra a varíola sendo aplicada.

Situação nas Escolas e Outros Serviços

A adesão à greve também foi observada nas escolas, com professores paralisando as atividades e impactando o atendimento aos alunos. Outros setores da prefeitura também sofreram com a paralisação, com a liminar judicial determinando a manutenção de 100% das atividades em saúde e educação, e 50% nos demais serviços. O Sindicato dos Servidores Municipais alega não ter sido notificado oficialmente da liminar.

Legalidade da Greve e Negociações

A legalidade da greve é questionada, considerando a liminar judicial que determina a manutenção de serviços essenciais. Um advogado especialista em direito trabalhista explicou que, para não ser considerada abusiva, a greve precisa garantir um atendimento mínimo de urgência à população. A prefeitura, por sua vez, afirma não haver possibilidade de reajuste salarial, enquanto o sindicato busca uma recomposição salarial que contemple a inflação do período. Nos bastidores, fala-se em um possível reajuste de 5,48%, mas a situação permanece indefinida, aguardando a notificação oficial da liminar e a realização de assembleia geral para deliberação sobre a continuidade da greve.

A situação em Ribeirão Preto demonstra a complexidade da negociação entre o poder público e os servidores, com impactos diretos na população. A busca por um acordo que atenda às demandas dos trabalhadores e garanta a prestação de serviços essenciais é fundamental para a resolução do impasse.

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