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Servidores pedem mais diálogo com a Prefeitura para negociações de reajustes salariais

Profissionais protestam no Centro da cidade onde já há complicações no trânsito por conta de vias bloqueadas
Reajuste salarial servidores
Profissionais protestam no Centro da cidade onde já há complicações no trânsito por conta de vias bloqueadas

Profissionais protestam no Centro da cidade onde já há complicações no trânsito por conta de vias bloqueadas

Servidores municipais de Ribeirão Preto cruzaram os braços nesta segunda-feira em protesto por reajuste salarial. A greve, que começou na manhã desta segunda-feira, interditou o trânsito em ruas próximas à sede da Prefeitura, localizada na Rua América Brasiliense.

Mobilização e Impactos no Trânsito

A manifestação, que teve início na Rua América Brasiliense, esquina com as Ruas Álvaro Escabral e São Sebastião, contou com a participação de centenas de servidores. O protesto causou interdições no trânsito na região central da cidade, afetando o fluxo de veículos nas ruas América Brasiliense, Amador Bueno e Álvaro Escabral. A proximidade com os Correios e a Funtech (Fundação de Formação Tecnológica de Ribeirão Preto) também impactou o tráfego.

Reivindicações Salariais e Negociações

Os servidores reivindicam um aumento de 16% nos salários, enquanto a Prefeitura ofereceu 6%. A categoria rejeitou a proposta, alegando que o valor oferecido não corresponde à recomposição salarial necessária e que a data-base é um direito constitucional. Claudia Torres, servidora há 32 anos e diretora do sindicato, afirmou que a categoria manterá 30% dos servidores em greve, conforme a lei. O presidente do sindicato, Valdir Vilela, informou que ainda não recebeu notificação judicial sobre possíveis multas por descumprimento da decisão da Prefeitura, que determinou o funcionamento mínimo de serviços essenciais.

Continuidade da Greve e Diálogo

A greve permanece por tempo indeterminado, dependendo da resposta da Prefeitura. Os servidores se mostram abertos ao diálogo, mas exigem uma proposta salarial justa. A Prefeitura, por sua vez, justificou a oferta de 6% com base no quadro financeiro atual e no índice inflacionário (IPCA), incluindo um aumento no vale-alimentação. A situação permanece tensa, com os servidores mobilizados e o trânsito afetado na região central de Ribeirão Preto.

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