Agora, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial passa a reconhecer 23 municípios: 16 paulistas e 7 mineiros
A região da Alta Mogiana, referência na produção de cafés especiais, expandiu sua área de abrangência geográfica. Sete novas cidades mineiras foram incluídas na indicação geográfica, que atrásra reconhece 23 municípios como produtores de café da região.
Expansão da Indicação Geográfica
Com a certificação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), as cidades mineiras de Capetinga, Cássia, Claraval, Ibiraci, São Sebastião do Paraíso, São Tomás de Aquino e Tamanduá se juntam às 16 cidades paulistas já reconhecidas. A inclusão dessas novas cidades representa um importante avanço para a região, ampliando o reconhecimento da qualidade do café produzido na Alta Mogiana.
Benefícios para Produtores e Consumidores
Para Ednar Bressani, presidente da Associação da Alta Mogiana, a conquista garante maior segurança de procedência para o consumidor e qualifica o mercado para o produtor. A maior visibilidade proporcionada pela ampliação da indicação geográfica contribui para agregar valor à comercialização do café. Além disso, a localização geográfica estratégica, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, beneficia toda a cadeia produtiva, atraindo cafeterias, torrefações e turistas.
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Alta Mogiana: Qualidade Internacionalmente Reconhecida
A região da Alta Mogiana, com mais de 5 mil cafeicultores cultivando cerca de 120 mil hectares, destaca-se pela produção de cafés de alta qualidade. As mudas cultivadas em altitudes privilegiadas, aliadas à tecnologia de pós-colheita, resultam em um café com sabor e aroma excepcionais, reconhecido internacionalmente.
A expansão da indicação geográfica fortalece a identidade e a qualidade do café da Alta Mogiana, beneficiando produtores, consumidores e a economia da região.