Médico intensivista, Gil Teixeira, explica sobre o assunto e conta quem tem mais chances de ter as infecções generalizadas
Setembro, mês dedicado à conscientização da sepse, doença que afeta milhares de brasileiros anualmente. A sepse, também conhecida como infecção generalizada, é uma condição grave que exige atenção tanto de profissionais da saúde quanto da população.
O que é sepse e quem está mais propenso?
Segundo o médico intensivista e coordenador da UTI do Hospital Unimed de Umuarama, a sepse é um conjunto de manifestações no organismo causadas por uma infecção. Pacientes hospitalizados, imunossuprimidos, com doenças neoplásicas ou em tratamento com imunossupressores, e idosos são os mais vulneráveis. Ambientes hospitalares, ricos em micro-organismos (vírus, bactérias e fungos), e o uso de catéteres e sondas aumentam o risco de infecção.
Diagnóstico e tratamento da sepse
A identificação da sepse se baseia em variáveis clínicas como febre (ou hipotermia), aumento da frequência cardíaca e respiratória, alterações em exames laboratoriais e de imagem. Hospitais de ponta contam com equipes especializadas em sepse para diagnóstico precoce e tratamento imediato, crucial para evitar o agravamento e a falência múltipla de órgãos.
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Prevenção e conscientização
A prevenção da sepse, principalmente em ambientes hospitalares, é fundamental. Higiene rigorosa, lavagem das mãos, uso de álcool gel e limpeza de superfícies são medidas essenciais para evitar a transmissão da infecção. A população deve estar atenta a sinais de alerta como febre e aumento do batimento cardíaco, buscando atendimento médico imediato em caso de suspeita. A conscientização sobre a sepse é crucial para salvar vidas e reduzir o impacto dessa grave doença.



