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Setor de turismo é alternativa à dependência dos Emirados Árabes Unidos ao petróleo

Edmo Bernardes comenta o crescimento deste setor e sua influência nas mudanças que ocorrem em Dubai
Setor de turismo é alternativa à
Edmo Bernardes comenta o crescimento deste setor e sua influência nas mudanças que ocorrem em Dubai

Edmo Bernardes comenta o crescimento deste setor e sua influência nas mudanças que ocorrem em Dubai

O setor de turismo tem se mostrado uma importante fonte de receita para governos ao redor do mundo. No Brasil, Setor de turismo é alternativa à, a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, destaca-se pelo investimento contínuo no turismo desde a década de 1970, expandindo suas atrações a cada ano.

Transformação de Dubai: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, passou de um deserto na década de 1960 para uma cidade com mais de 6 milhões de habitantes, em sua maioria expatriados. Os líderes de Dubai anteciparam a finitude do petróleo, principal fonte de receita, e investiram no desenvolvimento do turismo como alternativa econômica.

Atualmente, Dubai possui o segundo aeroporto internacional com maior movimento no mundo e está investindo US$ 35 bilhões na expansão do aeroporto para se tornar o maior do mundo, superando Atlanta e Jackson. O objetivo é consolidar-se como o principal destino turístico global.

Investimentos em hospitalidade e lazer: Grandes redes hoteleiras, como Accor, estão investindo em hotéis de luxo em Dubai, incluindo o Delano, Jumeirah e Sixth Sense. Além disso, estão previstos cinco novos clubes de praia e restaurantes. Resorts especializados em bem-estar, com presença na Espanha e México, planejam inaugurar unidades em 2026.

O mercado de cassinos também está em expansão, com a MGM Resorts investindo cerca de R$ 2 bilhões para construir uma réplica da famosa “Las Vegas Strip” em Dubai. Hotéis como MGM, Bellagio e Águia estão confirmados para construção na cidade.

Tendências de mercado para 2025

O relatório Market Trends 2025, da empresa Cântar, aponta dez tendências que impactarão a competitividade das marcas. Entre elas, destacam-se a inteligência artificial generativa, que exige investimentos em segurança para evitar plágios e invasões; a sustentabilidade, que deve ser incorporada ao marketing; e a inclusão, considerada imperativa para o crescimento das marcas.

Outras tendências incluem a necessidade de inovação nas redes sociais para recuperar a atenção do público, a adaptação a formatos variados de vídeo, o fortalecimento das transmissões ao vivo e a evolução das redes de mídia de varejo, que têm aumentado sua presença na internet.

Comportamento do consumidor e Black Friday: Um estudo recente sobre os interesses de compra dos brasileiros em outubro revelou que a indústria de eletrônicos lidera as preferências, com 15% dos consumidores interessados, superando o setor de roupas. Entre os eletrônicos mais procurados estão Nintendo Switch, Playstation, iPhone e Kindle.

No segmento de vestuário, blusas são os itens mais mencionados, seguidas por calças, vestidos, tênis e jaquetas. A marca de moda mais citada foi a Shin, com 18% das menções, seguida por Nike, Adidas, Puma e Zara.

Essas informações são consideradas importantes para o varejo se preparar para a Black Friday e o Natal, períodos de alta demanda. O estudo completo está disponível no blog do especialista.

Panorama

O turismo global e o comportamento do consumidor estão em transformação, com cidades como Dubai liderando investimentos para se tornarem destinos turísticos de referência. Paralelamente, as tendências de mercado indicam que tecnologia, sustentabilidade e inovação serão essenciais para a competitividade das marcas nos próximos anos.

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