Quem apresenta essas técnicas é o head em marketing Thiago Fernandes na coluna ‘Conexão CBN’
A segurança de crianças e adolescentes nas redes sociais é um assunto crucial nos dias de hoje, com os riscos online aumentando constantemente. Um caso recente, envolvendo uma menina de 15 anos levada para outro estado após contato online, ilustra a gravidade da situação. Para proteger seus filhos, os pais precisam adotar medidas preventivas e de monitoramento.
Acesso e Monitoramento: A Chave da Segurança
A recomendação principal é o acesso total dos pais aos celulares e contas de redes sociais dos filhos. Isso inclui senhas de aplicativos e do próprio aparelho. A transparência e a abertura na relação familiar são fundamentais. Acompanhar a atividade online permite identificar potenciais riscos e interagir com o conteúdo consumido pelos jovens.
Compartilhamento de Localização e Limites de Uso
Outra medida importante é o compartilhamento de localização do celular do filho com os pais, através das configurações do dispositivo, e não apenas por aplicativos de mensagens. Isso garante o monitoramento da localização em tempo real. Além disso, é essencial estabelecer limites de uso diário do celular e dos aplicativos, restringindo o acesso a conteúdos impróprios e garantindo um equilíbrio entre o mundo online e offline.
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Redes Sociais Infantis e os Desafios do Algoritmo
Plataformas como o YouTube Kids foram criadas com a intenção de oferecer um ambiente mais seguro para crianças, mas ainda enfrentam desafios. Apesar de filtros e restrições, o algoritmo pode direcionar os menores para conteúdos inadequados, e a possibilidade de acesso a aplicativos para adultos permanece. A vigilância constante dos pais é crucial, mesmo com o uso de plataformas voltadas para o público infantil.
Em resumo, a segurança online dos menores requer uma abordagem proativa e participativa dos pais. O monitoramento constante, combinado com diálogo aberto e estabelecimento de limites, são essenciais para minimizar os riscos e garantir o bem-estar das crianças e adolescentes no ambiente digital. A tecnologia evolui, e a responsabilidade de protegê-los também deve acompanhar essa evolução.