De acordo com a entidade, demissões em massa podem acontecer se o comércio permanecer fechado até o dia 27 de abril
Prorrogação do Decreto de Calamidade Pública em Ribeirão Preto gera insatisfação
A prorrogação do Decreto de Calamidade Pública em Ribeirão Preto, até 27 de abril, causou decepção no Sindicato do Comércio Varejista (Sincovarpe). A decisão mantém o comércio fechado, permitindo apenas a operação de serviços essenciais. O Sincovarpe esperava uma flexibilização das medidas, expectativa não atendida pelo prefeito.
Criticas e Preocupações com o Comércio Local
Paulo César Garcia Lopes, presidente do Sincovarpe, criticou a decisão, alertando para o risco de demissões em massa caso o fechamento do comércio se prolongue. Ele destacou que a medida parece ter sido tomada com base apenas em opiniões de profissionais da saúde, sem considerar as necessidades do setor comercial. A entidade afirma que o período de quatro semanas de fechamento já causou impactos negativos, e a prorrogação agravará a situação, especialmente agora que o período de férias de muitos funcionários se encerrou.
Possíveis Consequências e Alternativas
O Sincovarpe mencionou a possibilidade de suspensão temporária de contratos de trabalho, amparada por convenção coletiva, como forma de minimizar os impactos da crise. A reportagem também buscou contato com a SIP (entidade não especificada no texto original), mas não obteve resposta até o momento da publicação.
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A prorrogação do decreto, sem flexibilizações, gerou grande frustração no comércio varejista. As próximas semanas serão cruciais para avaliar as consequências dessa decisão e as medidas que serão tomadas para mitigar os danos econômicos e sociais.



