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Sindicado diz que proposta que aumenta o salários foi rejeitada por 100% dos servidores de Ribeirão

Executivo será oficiado sobre a rejeição do reajuste; ouça a coluna 'De Olho na Política' com Bruno Silva
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Executivo será oficiado sobre a rejeição do reajuste; ouça a coluna 'De Olho na Política' com Bruno Silva

Executivo será oficiado sobre a rejeição do reajuste; ouça a coluna ‘De Olho na Política’ com Bruno Silva

Após o prefeito de Artinogueira não se manifestar sobre o projeto de lei que reajusta os salários de prefeito, vereadores e secretários de Ribeirão Preto, a Câmara Municipal promulgou a lei, estabelecendo novos valores a partir de 2025. O prefeito passará a ganhar mais de R$ 34 mil, vereadores mais de R$ 20.500 e secretários municipais R$ 17.100.

Reajuste polêmico e questionável

O aumento salarial, que supera 45%, gerou grande polêmica. Especialistas e cidadãos questionam a magnitude do reajuste em meio às dificuldades financeiras do país e à alta inflação. A população se mostra indignada, e há possibilidade de questionamentos judiciais, inclusive junto ao Ministério Público, sobre a legalidade e a ética do aumento.

Pressão da sociedade civil e entidades

Entidades como a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP) e o Sindicato dos Servidores Municipais manifestaram sua contrariedade ao reajuste. O sindicato chegou a rejeitar por unanimidade uma proposta de aumento salarial e ameaça greve caso não haja uma negociação mais justa. A sociedade civil organizada é incentivada a pressionar os vereadores e a acompanhar de perto as decisões da Câmara Municipal.

Cenário regional e perspectivas futuras

Outros municípios da região também estão debatendo reajustes salariais para seus funcionários públicos. Em Guaira, por exemplo, o projeto de aumento foi rejeitado pelos vereadores. A falta de transparência em muitos desses processos e a aprovação de aumentos durante feriados prolongados reforçam a necessidade de maior vigilância por parte da população. Apesar de Ribeirão Preto ainda estar dentro do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, a magnitude do aumento e a possibilidade de novos reajustes nos próximos anos geram preocupações.

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