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Socióloga especialista em comportamento eleitoral analisa número de mulheres eleitas em 2020

Neste ano, apenas uma mulher foi eleita para governar uma capital brasileira; número é parecido de eleições passadas
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Neste ano, apenas uma mulher foi eleita para governar uma capital brasileira; número é parecido de eleições passadas

Neste ano, apenas uma mulher foi eleita para governar uma capital brasileira; número é parecido de eleições passadas

Após o segundo turno das eleições municipais de 2024, o cenário para mulheres no comando de prefeituras brasileiras apresenta resultados pouco animadores, segundo análise da socióloga Karen Verwurt, especialista em comportamento eleitoral e psicologia política. O número de mulheres eleitas para o cargo de prefeita se manteve baixo, repetindo o padrão de eleições anteriores.

Poucas mulheres eleitas para prefeitas de capitais

Desde 2012, o Brasil tem eleito apenas uma mulher por eleição para governar uma capital. Em 2024, Cíntia Ribeiro (PSDB) foi reeleita prefeita de Palmas, Tocantins. A baixa representatividade feminina se mantém estável ao longo dos anos, com apenas 7 mulheres eleitas prefeitas de capitais nos últimos 20 anos, representando menos de 8% do total. Em 2000, foram 5; em 2004 e 2008, apenas 2.

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Desafio na disputa pelo executivo municipal

O executivo municipal demonstra ser um ambiente desafiador para candidatas mulheres. Das 57 cidades brasileiras que foram para o segundo turno, apenas 19 tinham mulheres na disputa. Destes, somente 8 venceram, mostrando uma baixa taxa de sucesso. A análise aponta que a porcentagem de mulheres eleitas para prefeituras se manteve semelhante à de eleições anteriores, sem aumento substancial.

Cenário regional

Apesar do cenário nacional pouco promissor, a região em foco apresenta um número ligeiramente melhor, com 7 mulheres eleitas para prefeituras em 2024. Embora seja um número superior à média nacional, ainda representa uma parcela pequena do total de prefeituras na região. É necessário continuar a luta pela maior participação feminina na política, buscando políticas públicas que promovam a igualdade de gênero e o acesso das mulheres a cargos de poder.

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