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Sogra de professora envenenada teria procurado por chumbinho semanas antes da morte

Promotor Marcus Túlio Nicolino comenta o andamento do inquérito e os possíveis desdobramentos da investigação
Sogra de professora envenenada teria procurado
Promotor Marcus Túlio Nicolino comenta o andamento do inquérito e os possíveis desdobramentos da investigação

Promotor Marcus Túlio Nicolino comenta o andamento do inquérito e os possíveis desdobramentos da investigação

O Ministério Público está acompanhando as investigações sobre a morte da professora encontrada em seu apartamento em Ribeirão Preto no dia 22 de março. O promotor Marcos Túlio Nicolino esclareceu que os laudos toxicológicos confirmaram a presença de chumbinho no corpo da vítima, Sogra de professora envenenada teria procurado, indicando envenenamento.

Investigação e suspeitos: O foco da investigação é estabelecer a ligação do envenenamento com os dois principais suspeitos: o marido da vítima e a mãe dele, que tiveram contato com a professora e podem ter interesse no crime. A prisão decretada é temporária, com duração inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 dias ou convertida em prisão preventiva caso haja indícios suficientes de responsabilidade.

Indícios e provas: Foi identificado que a mãe do investigado teria procurado por chumbinho cerca de 15 dias antes do ocorrido, o que reforça a hipótese de planejamento do crime. O promotor destacou que não há indícios de suicídio, já que não foram encontrados venenos no local e a vítima teria recebido doses pequenas do envenenamento ao longo de alguns dias.

Procedimentos legais e audiências: As audiências de custódia, realizadas por plantão, avaliam apenas a regularidade da prisão e a integridade física dos detidos, sem discutir o mérito das investigações. O inquérito permanece na delegacia para que a polícia esclareça pontos como a aquisição do veneno pelos investigados.

Outros aspectos do caso: Além disso, a polícia investiga a morte suspeita da irmã do marido da vítima, que ocorreu há três meses, e que também está sob acompanhamento do Ministério Público. Quanto a uma mulher que teria relação extraconjugal com o marido da vítima e que esteve no apartamento após a morte, não há evidências concretas que indiquem seu envolvimento no crime. O alibi apresentado pelo marido não é considerado válido para afastar sua participação, especialmente devido a contradições em seus depoimentos.

Informações adicionais

O Ministério Público aguarda o avanço das investigações para possíveis denúncias por homicídio qualificado, caso seja confirmada a responsabilidade dos investigados. A polícia continuará apurando a origem do veneno e outros detalhes relevantes para o caso.

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