Elizabete Arrabaça, de 67 anos, deixou a Central de Polícia Judiciaria (CPJ), nesta manhã (7), para passar por audiência
O caso da morte da professora de pilates Larissa Rodrigues, Sogra de professora morta por envenenamento, de 37 anos, segue em investigação em Ribeirão Preto. Larissa foi encontrada sem vida em seu apartamento no dia 22 de março, e exames toxicológicos indicaram a presença de chumbinho, um veneno utilizado para matar ratos, em seu corpo.
Suspeitos e prisões: Os principais suspeitos são o marido da vítima, o médico Luiz Antônio Garnica, de 38 anos, e a mãe dele, Elizabeth Abassa, de 67 anos. Ambos foram presos preventivamente e estão sob investigação. Luiz Antônio está detido na cadeia de Santa Rosa, enquanto Elizabeth passou por audiência de custódia e aguarda encaminhamento para um presídio da região.
Estado de saúde dos suspeitos
Elizabeth Abassa passou mal durante depoimento na Central de Polícia Judiciária (CPJ) e foi atendida pelo Samu, sendo levada para um hospital particular na zona sul da cidade. Ela permaneceu internada durante a noite para exames e retornou à CPJ na manhã seguinte. Segundo o delegado Fernando Bravo, Elizabeth faz uso de medicamentos e o mal-estar ocorreu no calor do momento.
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Investigação e medidas judiciais: O promotor Marcos Túlio Nicolino informou que o laudo toxicológico confirmou a presença de chumbinho no corpo de Larissa, caracterizando envenenamento. A investigação busca relacionar o envenenamento aos dois suspeitos, que tiveram contato com a vítima e teriam suposto interesse na morte. A prisão decretada é para investigação, sem formação de culpa até o momento.
Contexto familiar e outras investigações: O advogado da família afirmou que os parentes não acreditam na participação dos suspeitos no crime e ressaltou que Larissa e Luiz Antônio estavam juntos há cerca de 15 anos. A polícia também abriu inquérito para investigar a morte suspeita de outra filha de Elizabeth, ocorrida há poucos meses, e há suspeita de envenenamento na morte de um cachorro da família. O delegado pretende solicitar a exumação do corpo da filha para novas investigações.
Informações adicionais
O crime é tratado com agravantes, incluindo motivo torpe e ausência de possibilidade de defesa da vítima, o que pode resultar em penas superiores a 30 anos de prisão, caso os suspeitos sejam condenados.



