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STF cassa liminar e condenado por matar estudante em lancha, em Sertãozinho, será preso

Ivan Augusto Ribeiro foi condenado a 32 anos de prisão depois de ter atirado contra um grupo de jovens em uma represa, em 1999
STF cassa liminar e condenado por
Ivan Augusto Ribeiro foi condenado a 32 anos de prisão depois de ter atirado contra um grupo de jovens em uma represa, em 1999

Ivan Augusto Ribeiro foi condenado a 32 anos de prisão depois de ter atirado contra um grupo de jovens em uma represa, em 1999

Um crime ocorrido há 25 anos em Sertãozinho voltou a ser notícia após a expedição de um mandado de prisão contra o corretor de imóveis Ivan Augusto Valribeiro, STF cassa liminar e condenado por, condenado pela morte do estudante Marcelo Toniello. O estudante foi atingido por um tiro enquanto passeava de lancha em uma represa da cidade em 1999.

Condenação e recursos judiciais: Valribeiro foi condenado a 32 anos de prisão em um júri popular realizado em outubro de 2021. Ele chegou a cumprir seis meses de pena, mas obteve o direito de recorrer em liberdade no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em março de 2022. Desde então, o Ministério Público conseguiu reverter essa condição e obteve um novo mandado de prisão com base em uma recente tese do Supremo Tribunal Federal (STF), que determina que vereditos de tribunais do júri são soberanos e que condenados nessa modalidade devem iniciar o cumprimento da pena imediatamente.

Detalhes do crime: Em setembro de 1999, Marcelo Toniello, então com 20 anos, passeava de lancha com quatro amigos em uma represa de Sertãozinho quando foi atingido por um tiro na barriga. Ele foi socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu ao ferimento. As investigações indicaram que o disparo partiu de um pesqueiro em outro ponto da represa. Após o ocorrido, Valribeiro fugiu do local, mas se apresentou à delegacia oito dias depois, confessando o disparo, que alegou ter sido acidental.

Processo e atual situação: Além do homicídio qualificado, Valribeiro foi condenado por quatro tentativas de homicídio, pois o jovem baleado estava acompanhado de quatro amigos na embarcação. Posteriormente, a pena foi reduzida para 28 anos. O condenado ainda não foi preso após a expedição do novo mandado. O promotor responsável pelo caso, Daniel Tosta de Freitas, afirmou que a prisão pode representar um alívio para a família da vítima.

Informações adicionais

A reportagem tentou contato com o advogado de defesa de Ivan Augusto Valribeiro, mas não obteve resposta até o início da tarde desta quinta-feira.

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