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STF concede habeas corpus a advogados presos na Operação Têmis

Renato Rosin Vidal, Klaus Phillip Lodoli, Ângelo Luiz Feijó Bazo e Gustavo Caropreso responderão o processo em liberdade
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Renato Rosin Vidal, Klaus Phillip Lodoli, Ângelo Luiz Feijó Bazo e Gustavo Caropreso responderão o processo em liberdade

Renato Rosin Vidal, Klaus Phillip Lodoli, Ângelo Luiz Feijó Bazo e Gustavo Caropreso responderão o processo em liberdade

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu habeas corpus a advogados envolvidos na Operação Thames. Beneficiados pela decisão do ministro Marco Aurélio Mello, estão Renato Rose, Klaus Vidal, Philippe Lodoli, Ângelo Luiz Feijó Abaso e Gustavo Caroprezo Soares de Oliveira.

Entendimento do STF

O ministro acolheu os argumentos das defesas, determinando que os acusados respondam ao processo em liberdade, desde que cumpram medidas cautelares e possuam residência fixa. A decisão considerou excessivas as medidas cautelares anteriores, incluindo a prisão.

Investigação e Suspeitas

Os advogados são investigados pelo Ministério Público e Polícia Civil por suspeita de articular fraudes judiciais contra instituições financeiras, supostamente ligados a associações que prometiam limpar o nome de inadimplentes. A investigação aponta obtenção ilegal de informações de clientes para recebimento de honorários e valores depositados judicialmente. Somente em Ribeirão Preto, estima-se que ajuizaram 53 mil processos, movimentando mais de R$ 100 milhões.

Defesa e Medidas Cautelares

A defesa, composta pelos advogados Rogério Curi, César Augusto Moreira e Diego Alvin, argumentou que o processo seguia apenas o caminho da acusação, impedindo a ampla defesa. César Augusto Moreira, advogado de três dos cinco acusados, afirma que a decisão do STF recoloca o processo no “bom caminho do direito”. Apesar da liberdade, os acusados podem retornar à prisão caso descumpram as medidas cautelares impostas, como a suspensão da atividade profissional, proibição de contato com testemunhas e ex-funcionários, e a impossibilidade de dissimular patrimônio. A CBN tentou contato com o promotor de justiça Aruldo Costa Filho, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

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