Vereador Isaac Antunes (PL) formalizou o pedido ao governador Tarcísio de Freitas; ouça a coluna ‘De Olho na Política’
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta semana a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que impedia a implantação de escolas cívico-militares no estado. A medida animou alguns vereadores da Câmara de Ribeirão Preto, STF derruba veto e Ribeirão pode, que pretendem retomar o assunto durante a transição entre os governos.
Debate sobre escolas cívico-militares
O tema das escolas cívico-militares é considerado por alguns como saturado e ideológico, sem atender a totalidade da população. Especialistas destacam que o foco deveria estar no investimento na formação dos professores e na qualidade das escolas, em vez de buscar um modelo específico como solução milagrosa.
Cortes na educação estadual: Na mesma semana, o governo do estado anunciou cortes nas verbas da educação, resultando na diminuição do número de turmas disponíveis, especialmente no ensino noturno. Essa redução afetará o Ensino de Jovens e Adultos (EJA) e estudantes do ensino médio que cursam nesse período, impactando diretamente a rede municipal.
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Importância do diálogo e qualidade educacional: Especialistas ressaltam a importância de ouvir a população antes de implementar medidas, além de apresentar dados claros sobre as necessidades reais do sistema educacional. O desafio principal é melhorar a qualidade da educação, garantir uma estrutura adequada e valorizar os professores com remuneração justa.
Atividades na Câmara de Ribeirão Preto: Na Câmara de Ribeirão Preto, a sessão desta semana inclui pautas como alterações de leis, autorizações de crédito e diretrizes para a ocupação do Distrito Empresarial, que ainda é pouco conhecido pela população. A organização do setor industrial é vista como fundamental para o desenvolvimento da cidade.
Panorama
O maior desafio atual é a transição de governo, com a necessidade de compreender a situação financeira e administrativa para garantir a continuidade dos trabalhos. A passagem de bastão entre o atual prefeito e o prefeito eleito exige atenção para manter a estabilidade na gestão municipal.