Ex-prefeito de Ribeirão Preto, que é alvo de investigação da Operação Lava Jato, está preso desde de setembro do ano passado
O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quinta-feira o pedido de liberdade do ex-ministro e ex-prefeito de Ribeirão Preto, Antônio Palocci, preso desde setembro de 2017 pela Operação Lava Jato.
Julgamento decisivo para as prisões preventivas
A decisão terá impacto direto na validade das prisões preventivas determinadas pelo juiz federal Sérgio Moro e pelo ministro Edson Fachin. O julgamento analisará a legalidade dessas prisões, podendo estabelecer um precedente importante para outros casos da Lava Jato.
Contexto do caso e decisões anteriores
Em maio, o ministro Fachin, relator das ações da Lava Jato no STF, rejeitou individualmente o pedido de liberdade de Palocci, encaminhando o caso ao plenário. Essa decisão veio após a libertação de José Dirceu, em maio deste ano, e de outros réus como os empresários José Carlos Bumlai e o ex-tesoureiro do PT, João Claudio Genu. Fachin, ao negar a liberdade a Palocci, considerou legal a decisão de prisão do juiz Sérgio Moro.
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Desfecho e implicações
O resultado do julgamento definirá o futuro de Antônio Palocci e influenciará o curso das investigações da Lava Jato, impactando a forma como as prisões preventivas são conduzidas em casos de corrupção. A expectativa é grande em torno da decisão do STF, que poderá gerar repercussões significativas no sistema jurídico brasileiro.



