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STJ determina que Waldyr Villela reassuma cadeira na Câmara de Ribeirão

Vereador é acusado de exercício ilegal da medicina e de utilizar um veículo oficial para atendimento em um centro espírita
Waldyr Villela Câmara Ribeirão
Vereador é acusado de exercício ilegal da medicina e de utilizar um veículo oficial para atendimento em um centro espírita

Vereador é acusado de exercício ilegal da medicina e de utilizar um veículo oficial para atendimento em um centro espírita

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno do vereador Valdir Vilela à Câmara de Ribeirão Preto. Vilela estava afastado do cargo desde atrássto de 2017, após denúncias de exercício ilegal da medicina e uso indevido de recursos públicos.

Suspensão e Investigações

As investigações iniciaram com a Operação Sevandija, que apontou o uso de um veículo oficial e assessores da Câmara para atendimento em um centro espírita. Acusado de atuar como médico, apesar de ser dentista, Vilela também é investigado pelo uso de receituários de outros profissionais. Um suposto paciente relatou ter sido submetido a uma cirurgia pelo vereador. A polícia monitorou Vilela desde junho de 2017, comprovando o uso do carro da Câmara para ir de casa ao centro espírita, e um assessor também é suspeito de participação.

Decisão Judicial e Retorno à Câmara

Apesar do Conselho de Ética da Câmara ter arquivado o processo contra Vilela em outubro, o STJ decidiu pela sua volta ao cargo. A decisão também permite que ele tenha contato com seus assessores. A Câmara Municipal informou ainda não ter sido notificada oficialmente, mas que deve providenciar o retorno de Vilela ao cargo, atualmente ocupado pelo vereador Ariovaldo de Souza. Vale ressaltar que, durante o período de afastamento, Vilela recebeu seu salário integral de R$ 13.800,00, mediante autorização judicial.

Reação e Desfecho

A defesa de Vilela nega todas as acusações. Com a decisão do STJ, o vereador poderá retomar suas atividades na Câmara de Ribeirão Preto. O processo, que corre em segredo de justiça, ainda não foi julgado em definitivo.

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