Presidente afastado da Câmara Municipal é acusado de negociar cargos terceirizados em troca de apoio político
Pedido de Habeas Corpus Negado Novamente
A Justiça negou, pela segunda vez desde sua prisão na terceira fase da Operação Sevandija, o pedido de habeas corpus para o vereador Walter Gomes. A primeira rejeição ocorreu após sua prisão na primeira etapa da operação.
Acusações contra Walter Gomes
O ex-presidente da Câmara Municipal é acusado de negociar cargos terceirizados em troca de apoio político à prefeita Darci Vera. Além disso, ele também é suspeito de ocultar bens e obstruir os trabalhos do Conselho de Ética que apura a cassação de seu mandato na Câmara.
Recursos Indeferidos
Após sua prisão em 14 de [mês], seu advogado, Júlio Moçim, ingressou com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça, que foi negado na sexta-feira passada. Posteriormente, um recurso foi apresentado ao STJ em Brasília, também indeferido. Ambos os pedidos, de caráter cautelar, foram negados, mantendo Walter Gomes na prisão.
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O mérito das acusações ainda não foi julgado. A situação jurídica de Walter Gomes permanece em aberto aguardando o julgamento do mérito da ação.



