Marcelo Galli pede ‘bom senso’ ao Consórcio e ao Sindicato dos Motoristas; várias linhas registram superlotação de passageiros
A situação do transporte público em Ribeirão Preto voltou à tona após um período de paralisação e lockdown. Com a frota reduzida a 50% nos horários de pico, usuários enfrentam ônibus lotados e longas filas.
Greve e Consequências
A greve dos funcionários do transporte público, iniciada após o não pagamento de salários pelo consórcio Pró-Urbano, agravou a situação. A Transerp, órgão gestor do transporte na cidade, já enviou sete notificações ao consórcio cobrando a regularização do serviço e o retorno da frota total. Uma audiência entre as partes está marcada para discutir o impasse.
Pressão sobre o Consórcio e Ações da Transerp
A Transerp tem pressionado o consórcio Pró-Urbano para que este pague os salários dos funcionários e normalize o serviço. A prefeitura de Ribeirão Preto também se comprometeu a liberar até 17 milhões de reais para o consórcio, a depender da aprovação na Câmara Municipal. A Transerp, como fiscalizadora do contrato, afirma que irá cobrar rigorosamente o cumprimento do acordo, garantindo a operação de 100% da frota assim que os recursos forem liberados.
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Propostas para o Futuro
Além da resolução imediata da crise, a Transerp também está revisando o contrato com o consórcio Pró-Urbano, assinado em 2012, para modernizá-lo e melhorar o serviço oferecido aos usuários. A falta de itens básicos como dispensers de álcool em gel nos ônibus também foi criticada. A Transerp busca um diálogo constante com o consórcio, mas reconhece que o atrito aumentou nos últimos dias devido à greve. O superintendente da Transerp avalia a situação atual do transporte público como ‘razoável’, e espera que, com a resolução do impasse financeiro e a revisão do contrato, o serviço melhore significativamente.



