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Superintendente da Transerp teria apadrinhado funcionários na Atmosphera

Documento da Operação Sevandija também aponta que William Latuf era conivente com o loteamento político das terceirizadas
Transerp apadrinhado funcionários
Documento da Operação Sevandija também aponta que William Latuf era conivente com o loteamento político das terceirizadas

Documento da Operação Sevandija também aponta que William Latuf era conivente com o loteamento político das terceirizadas

Documentos coletados na Operação Sevandija indicam que o superintendente da Transerp, William Latouffe, pode ter favorecido indicações políticas na empresa e demonstrado conivência com o uso político de funcionários terceirizados. Apesar das alegações, Latouffe negou as irregularidades em entrevista ao jornal A Cidade, afirmando que as contratações seguiam critérios técnicos.

E-mail Incriminador

Um e-mail interceptado pela Operação Sevandija revela que a superintendência da Transerp listou funcionários da empresa Atmosfera, discriminando-os entre indicações políticas e não políticas. A lista continha 28 nomes, dos quais 16 foram identificados como “apadrinhados”.

Destinatários Envolvidos

A mensagem foi enviada em 28 de março de 2013, de um endereço de e-mail ligado a Latouffe, para Maria Lúcia Pandolfo, funcionária da Coderp que chegou a ser presa por 40 dias na Operação Sevandija. Quatro minutos após receber o e-mail, Pandolfo o encaminhou para Davi Curi, então superintendente da Coderp, que também foi preso por 24 dias na mesma investigação.

Acusações Formais

Maria Lúcia Pandolfo e Davi Curi são réus acusados de corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

O caso levanta questões sobre a gestão de recursos humanos e a influência política em órgãos públicos.

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