Remédios do kit intubação estão em quantidade ‘confortável’; hospital está com os leitos de UTI lotados há dois meses
O Hospital de Clínicas (HC) de Ribeirão Preto enfrenta uma situação crítica há mais de dois meses, operando com lotação máxima em suas unidades de terapia intensiva (UTIs) e enfermarias.
Leitos Ocupados e Risco de Fechamento
Os 58 leitos de UTI estão completamente ocupados, e as enfermarias operam no limite da capacidade, com 39 pacientes internados. O superintendente do HC, Benedito Maciel, afirma que a situação atual é ainda mais caótica do que em maio, com o risco real de fechamento de leitos.
Esforços para Manter os Serviços e Escassez de Medicamentos
Apesar de esforços para manter os leitos abertos, a busca por médicos para cobrir plantões tem sido intensa. A situação em julho é considerada caótica, sem garantias de que as escalas médicas serão completadas. Além da falta de profissionais, há escassez de medicamentos, principalmente um antibiótico, a polimixina B, essencial para pacientes com sequelas pulmonares. A falta desse medicamento no mercado brasileiro tem levado o HC a recorrer à importação.
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Preocupações e Perspectivas
A falta de leitos, a dificuldade em manter as equipes médicas e a escassez de medicamentos, como a polimixina B, representam desafios significativos para o HC de Ribeirão Preto. A situação exige medidas urgentes para garantir o atendimento adequado à população.



