Adesivo aplicado nos pacientes contem uma substância que reduz os sintomas da doença
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza atrásra um novo tratamento para Alzheimer: um adesivo transdérmico. Ele aumenta os níveis de acetilcolina no cérebro, reduzindo os sintomas da doença.
Alternativa ao tratamento tradicional
O SUS já oferecia a revastigminina em comprimidos e solução oral. No entanto, esses métodos podem causar efeitos colaterais como problemas gastrointestinais (náuseas, vômitos e diarreia), redução do apetite e dores de cabeça. O adesivo, por liberar a substância gradualmente, minimiza esses desconfortos.
Disponibilidade e acesso
Segundo o Ministério da Saúde, o adesivo já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição de medicamentos para Alzheimer. O acesso, porém, está condicionado ao atendimento de critérios de elegibilidade definidos em protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas. É necessário apresentar a documentação pertinente nas unidades de saúde.
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Alzheimer no Brasil
A doença de Alzheimer afeta cerca de 33% da população com mais de 85 anos, com estimativas de 1.100.000 pessoas com a doença no Brasil. Caracterizada pela degeneração neuronal progressiva, a doença afeta funções cognitivas como memória, atenção, orientação e linguagem. O novo adesivo representa um avanço significativo no tratamento, oferecendo uma opção com melhor tolerância para os pacientes.



