Pedido para renovar prisão da comerciante foi negado pela Justiça; empresário de 55 anos foi morto em setembro
Justiça concede liberdade à comerciante suspeita de atropelar e matar o marido em Ibeirão Preto
Prisão preventiva negada
A Justiça de Ibeirão Preto negou o pedido do Ministério Público para manter Beatriz Azevedo Olivato, 57 anos, presa preventivamente. Suspeita de atropelar e matar o marido, Fernando Olivato, 55 anos, Beatriz responderá ao processo em liberdade. A decisão judicial se baseou na falta de provas concretas para manter a prisão, segundo o promotor Marco Túlio Nicolino.
Investigação em andamento
Presa temporariamente em setembro por homicídio triplamente qualificado, Beatriz nega a intenção de matar o marido. O atropelamento ocorreu na noite de 1º de setembro na Rua Horácio Pessini. O delegado José Luiz Meireles Jr. afirma que testemunhas relataram que Beatriz não se identificou como esposa da vítima e não compareceu ao velório. A defesa da comerciante alega que ela tentou socorrer o marido, mas voltou ao local após dar uma volta no quarteirão. O Ministério Público aguarda a conclusão do inquérito para avaliar a possibilidade de um novo pedido de prisão.
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Liberdade e próximos passos
Apesar da insensibilidade demonstrada por Beatriz, segundo o delegado, a falta de provas levou à sua soltura. Ela deixou a cadeia de Franca ainda hoje. A investigação continua e novas informações serão divulgadas em breve.



