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Suspeito de participar da morte de empresário de SP indica possível local de desova do corpo

Homem não teve a identidade revelada é e o principal suspeito de ter jogado o corpo de Nelson Carreira Filho no Rio Grande
Suspeito de participar da morte de
Homem não teve a identidade revelada é e o principal suspeito de ter jogado o corpo de Nelson Carreira Filho no Rio Grande

Homem não teve a identidade revelada é e o principal suspeito de ter jogado o corpo de Nelson Carreira Filho no Rio Grande

As buscas pelo corpo do empresário Nelson Carrera Filho continuam em Miguelópolis, Suspeito de participar da morte de, no trecho do Rio Grande indicado por um homem preso em Uberlândia, suspeito de envolvimento no desaparecimento do empresário. O suspeito, cuja identidade não foi revelada, está acompanhando a polícia e o Corpo de Bombeiros para apontar o local exato onde o corpo pode ter sido jogado. Mergulhadores realizam buscas no rio para tentar encontrar o cadáver.

Suspeitos presos e investigação: Até o momento, quatro pessoas são investigadas no caso. Além do suspeito preso em Uberlândia, outros dois, Tadeu Almeida Silva e Marcela Silva de Almeida, estão detidos. Marlon Couto, principal suspeito, está foragido. Tadeu Almeida Silva afirmou ter presenciado a morte de Nelson e confessou, por meio de uma carta, ter participado do crime, que teria ocorrido na sexta-feira, 16 de maio.

Depoimentos e possíveis novos envolvidos

O homem preso em Uberlândia declarou que Marlon não estava no rancho no momento em que o corpo foi jogado no rio. Uma testemunha relatou ter visto duas pessoas no rancho na noite do desaparecimento, o que pode indicar a participação de uma quinta pessoa, que agora será investigada pela polícia.

Motivação e detalhes do crime: Nelson desapareceu após viajar de São Paulo para Cravinhos para uma reunião de negócios. A polícia suspeita que ele foi morto a tiros na fábrica de suplementos de Marlon Couto, motivado por desavenças comerciais relacionadas ao uso de uma marca de produto emagrecedor patenteada por Nelson, que cobrava R$ 100 mil do parceiro comercial.

Segundo o delegado Eitor Moreira, no dia do crime, uma dedetização foi marcada na empresa onde a reunião ocorreria, dispensando os funcionários. Tadeu Almeida Silva teria ajudado a planejar o crime, além de auxiliar na ocultação do corpo e no transporte do veículo da vítima, encontrado abandonado na zona norte de São Paulo.

Esposa do principal suspeito e apoio à família da vítima

Marcela Silva de Almeida, esposa de Marlon, acompanhou o marido a São Paulo no dia seguinte ao desaparecimento para prestar apoio à família de Nelson. A polícia acredita que ela tinha conhecimento do crime. O advogado de Marlon afirmou que o empresário ainda não se entregou devido a ameaças e mencionou uma tentativa de invasão na casa do suspeito.

Panorama

As investigações seguem em andamento com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil em Miguelópolis. Novas atualizações podem ser divulgadas a qualquer momento. O caso envolve suspeitas de homicídio motivado por disputas comerciais e segue sob investigação para esclarecer todos os envolvidos e circunstâncias do crime.

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