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Suspeito de roubo milionário em Ribeirão já foi preso por fingir ser médico

Ex-candidato a vereador em Serrana-SP, é investigado pelo roubo à casa de uma advogada na véspera de ano novo
Suspeito de roubo milionário em Ribeirão
Ex-candidato a vereador em Serrana-SP, é investigado pelo roubo à casa de uma advogada na véspera de ano novo

Ex-candidato a vereador em Serrana-SP, é investigado pelo roubo à casa de uma advogada na véspera de ano novo

O empresário farmacêutico e ex-candidato a vereador de Serrana, Suspeito de roubo milionário em Ribeirão, João Paulo Marangoli de Lima, foi preso novamente na última quinta-feira, suspeito de envolvimento no roubo milionário de joias ocorrido na véspera de Ano Novo em Ribeirão Preto. Ele é um dos três detidos pela polícia civil no caso.

Histórico criminal: Em 1994, João Paulo foi preso por se passar por médico para invadir hospitais e roubar familiares de pacientes. Na ocasião, ele foi encontrado com dólares, dinheiro japonês e boliviano, além de uma carteira falsa de biomédico e um revólver de brinquedo. A polícia e a justiça confirmaram essa informação.

Detalhes do roubo recente: O roubo ocorreu na casa de uma advogada na zona sul de Ribeirão Preto, onde foram levadas joias avaliadas em 4 milhões de reais e 100 mil dólares em espécie. Dois homens armados invadiram a residência e o crime durou cerca de oito minutos. As câmeras de monitoramento da casa estavam desligadas durante o assalto.

Prisões e investigações: Além de João Paulo, que foi detido em Serrana com um carro possivelmente usado no crime, uma maleta com joias, cerca de 28 mil reais, 45 mil dólares em espécie e duas armas calibres .22 e .38, também foi presa Luzia Silva de Oliveira, funcionária da casa da advogada, suspeita de ter desligado as câmeras. A polícia continua investigando a participação de cada suspeito e busca outros envolvidos.

Informações adicionais

O delegado Rodolfo Latif Ceba afirmou que as prisões são cautelares e necessárias para aprofundar as investigações e esclarecer o envolvimento dos suspeitos. A defesa de João Paulo não autorizou comentários e ainda não analisou todas as provas. As defesas dos outros presos não foram localizadas. A polícia civil e a polícia militar disponibilizam os telefones 181 e 190 para denúncias que possam ajudar nas investigações.

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