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Suspeitos de matar o professor Wesley de Camargo, em São Simão, podem pegar até 30 anos de prisão

Um homem foi preso suspeito de participação no crime e a Polícia investiga se outras pessoas estão envolvidas na ação
assassinato professor Wesley Camargo
Um homem foi preso suspeito de participação no crime e a Polícia investiga se outras pessoas estão envolvidas na ação

Um homem foi preso suspeito de participação no crime e a Polícia investiga se outras pessoas estão envolvidas na ação

Suspeito preso pela morte do professor Wesley Eckstein de Camargo

Prisão e Investigação

Um homem suspeito de matar o professor de música Wesley Eckstein de Camargo foi preso em São Simão na última semana. A prisão ocorreu durante uma operação conjunta da Polícia Civil e Militar, com base em um mandado expedido pela justiça de Ribeirão Preto. Detalhes da prisão não foram divulgados, pois o suspeito ainda será interrogado e passará por audiência de custódia. A polícia informou que o suspeito possui condenações anteriores por roubo, tráfico de drogas e furto, e foi encaminhado para a cadeia de Santa Rosa de Viterbo.

O Crime

Wesley Eckstein de Camargo, de 45 anos, foi encontrado morto em sua casa na sexta-feira. Ele havia sido deixado em casa por uma amiga na quinta-feira à noite. Colegas de trabalho notaram seu desaparecimento ao perceberem sua ausência nas aulas e a falta de resposta às ligações. A polícia acredita que o professor foi morto com requintes de crueldade no quintal de sua casa, sendo posteriormente encontrado com os pés amarrados, o rosto coberto e uma gravata no pescoço. Um violino e um microondas foram roubados da residência. O caso foi classificado como latrocínio (roubo seguido de morte).

Latrocínio e Próximos Passos

O professor de direito Daniel Pacheco explicou a gravidade do latrocínio, crime com pena mínima de 20 anos e máxima de 30 anos de prisão. A polícia segue investigando o caso para esclarecer detalhes e verificar a possibilidade de envolvimento de outras pessoas. A identidade do suspeito não foi revelada, e a defesa dele ainda não foi localizada. O velório e enterro do professor foram realizados no sábado, em São Simão, em meio a muita comoção. A investigação prossegue para determinar a motivação do crime e possíveis cúmplices.

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