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Suspeitos de terem participado da morte de estudante são presos

Pedro Henrique da Silva Bom Jesus e Johnathan Cristy Alves estão envolvidos na morte de Rafael Alexandre Marcelino, no dia 6
morte de estudante
Pedro Henrique da Silva Bom Jesus e Johnathan Cristy Alves estão envolvidos na morte de Rafael Alexandre Marcelino, no dia 6

Pedro Henrique da Silva Bom Jesus e Johnathan Cristy Alves estão envolvidos na morte de Rafael Alexandre Marcelino, no dia 6

Dois suspeitos foram presos pela Polícia Civil de Ribeirão Preto pela morte do vendedor de roupas Rafael Alexandre Marcelino, de 22 anos, assassinado em abril deste ano no Jardim Juliana, zona leste da cidade. O crime, inicialmente registrado como latrocínio (roubo seguido de morte), ocorreu quando a vítima esperava um cliente para entregar produtos. Marcelino foi atingido por um tiro no tórax e morreu no local.

Perfil falso no Facebook

De acordo com o delegado Alexandre da Urfilho, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os suspeitos criaram um perfil falso em uma rede social para atrair a vítima. Eles se passavam por clientes, marcando encontros para a compra de roupas, e assim atraíram Rafael para o local do crime. A investigação começou a partir de uma página falsa no Facebook utilizada pelos criminosos.

Prisões e materiais apreendidos

Pedro Henrique da Silva Jesus, de 22 anos, e Jonathan Cristialves, de 21, foram presos e encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP). Pedro foi preso na terça-feira e Jonathan na quinta-feira. Ambos possuem passagens pela polícia por roubo e tráfico de drogas. Na casa de Jonathan, a polícia apreendeu um coldre, duas cápsulas com pó branco (presumivelmente cocaína), balanças de precisão, sacos plásticos e dois rádios comunicadores. A polícia investiga a participação de um terceiro suspeito, Felipe Mello.

A polícia acredita que os criminosos utilizavam o perfil falso no Facebook para atrair outros vendedores, com a intenção de roubar suas mercadorias e revender pela internet. A rua onde o crime aconteceu é considerada de fácil fuga, com a suspeita de que os criminosos utilizavam um terreno baldio ou chácara próxima para escapar após os roubos. A investigação aponta que comerciantes que vendiam na rua ou pessoas que anunciavam produtos pela internet eram alvos em potencial desse grupo.

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