Ala destinada para adultos tem uma das piores taxas registradas em setembro; cidade pode regredir para fase vermelha do Plano SP
Franca e Ribeirão Preto enfrentam situações distintas em relação à ocupação de leitos de UTI e enfermaria devido à COVID-19.
Situação Crítica em Franca
Franca apresenta um cenário preocupante, com taxa de ocupação de UTI para adultos em 91%, uma das maiores de setembro. Essa situação crítica coloca o município em risco de regredir para a fase vermelha do Plano São Paulo em outubro, caso não haja melhora até a reclassificação do dia 9. A Santa Casa de Franca opera com lotação máxima, com todas as 37 vagas ocupadas pelo sexto dia consecutivo. Na rede particular, a ocupação também é alta, com 14 dos 19 leitos de UTI e 28 dos 63 leitos de enfermaria ocupados.
Ribeirão Preto: Taxas de Ocupação e Novos Óbitos
Em Ribeirão Preto, a situação é menos crítica, mas ainda requer atenção. A taxa de ocupação de UTI está em 66,20%, com 141 leitos ocupados de 213 disponíveis. Na enfermaria, a taxa é de 63,71%, com 151 leitos ocupados de 237. Apesar da taxa de internações estar diminuindo, foram registrados 8 novos óbitos (4 mulheres e 4 homens, com idades entre 53 e 93 anos) entre os dias 21 e 23 do mês. Além disso, foram registrados 92 novos casos, ultrapassando a marca de 26 mil infectados.
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Enquanto Franca enfrenta uma situação de alerta máximo, Ribeirão Preto demonstra uma tendência de queda na taxa de internações, embora os números de óbitos e novos casos ainda sejam significativos. Acompanhamento constante e medidas de prevenção continuam sendo essenciais em ambas as cidades.



