O secretário de saúde, Sandro Scarpelini, afirmou que a atual taxa de ocupação impede a cidade de avançar no Plano São Paulo
Taxa de ocupação de leitos de UTI em Ribeirão Preto
A taxa de ocupação de leitos de UTI em hospitais públicos e particulares de Ribeirão Preto atingiu 83,56%, com 188 dos 225 leitos disponíveis ocupados por pacientes com quadros graves de coronavírus. De acordo com o secretário municipal de saúde, Sandro Scarpellini, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, essa alta taxa de ocupação (acima de 80%) tem impedido o avanço da cidade para fases menos restritivas do Plano São Paulo.
Impacto na economia e avanço de fases
Scarpellini destacou que a redução da ocupação de leitos de UTI é crucial para que Ribeirão Preto avance no Plano São Paulo e permita maior abertura econômica, com o retorno seguro das pessoas ao trabalho. A situação dos leitos de UTI é o principal fator que mantém a cidade na zona vermelha, segundo o secretário. Dos cinco indicadores estaduais, quatro estavam em verde ou amarelo, enquanto a ocupação de leitos de UTI permanecia vermelha.
Ocupação de leitos de enfermaria
Embora a situação em leitos de UTI seja crítica, houve uma redução na ocupação de leitos de enfermaria nas últimas semanas. Atualmente, a taxa está em 68,66%, com 184 dos 268 leitos disponíveis ocupados por pacientes com quadros mais leves da doença. Aumentar o número de leitos de UTI é prioridade para garantir a vida das pessoas gravemente doentes, afirmou o secretário.
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A situação dos leitos de UTI em Ribeirão Preto continua sendo um desafio, afetando diretamente o avanço da cidade no Plano São Paulo e a retomada das atividades econômicas. A redução da taxa de ocupação desses leitos é fundamental para flexibilizar as medidas restritivas e garantir a segurança da população.



