Profissionais tiram fotos de passageiros e compartilham com companheiros pelo aplicativo
Taxistas em Ribeirão Preto estão adotando o WhatsApp como ferramenta para aumentar a segurança, após o assassinato de um colega de profissão. A iniciativa, que surgiu da taxista Denise Apólito, visa criar um sistema de alerta rápido e um banco de dados de passageiros.
Compartilhamento de Informações em Tempo Real
Após o trágico incidente com o taxista José Carlos Mantovani Júnior, Denise Apólito começou a fotografar todos os passageiros e compartilhar as imagens em um grupo de WhatsApp. O objetivo é criar um banco de dados visual que possa auxiliar na identificação de suspeitos em caso de incidentes. A ideia rapidamente ganhou apoio entre outros taxistas, que veem na agilidade da comunicação via WhatsApp uma forma de mitigar os riscos.
Como Funciona a Estratégia
A estratégia consiste em fotografar o passageiro antes do início da corrida e enviar a imagem para o grupo de taxistas no WhatsApp. A foto, que inclui o horário, é armazenada em uma pasta, facilitando a localização em caso de necessidade. Denise Apólito destaca que a foto é mais eficiente que o retrato falado, pois oferece uma imagem real e a localização da corrida, agilizando a identificação do suspeito.
Leia também
Outras Medidas em Consideração
Além do uso do WhatsApp, os taxistas consideram outras medidas para aumentar a segurança, como a instalação de câmeras nos veículos com monitoramento central. No entanto, essa opção requer um investimento maior e pode levar tempo para ser implementada. A instalação de câmeras internas também é vista como uma alternativa, mas os custos ainda estão sendo avaliados.
A iniciativa dos taxistas demonstra a busca por soluções rápidas e eficazes para garantir a segurança da categoria em Ribeirão Preto.



