Técnico falou que Xuxa, Osman e Robinho saíram por desgaste físico e destaca superioridade do rival na derrota do Bota por 3 a 1
O São Paulo venceu o Botafogo por 3 a 1, de virada, em um duelo de tricolores que contou com a presença de mais de 20.500 torcedores. O jogo foi marcado por diferentes momentos e decisões estratégicas de ambos os times.
Botafogo começa na frente, mas cede espaço
O Botafogo abriu o placar com um gol de cabeça de Robinho nos primeiros minutos. Apesar da escalação inicial ofensiva, com dois volantes, dois meias e dois atacantes, o time pouco criou após o gol. A formação, que refletia o desejo do técnico Adilson Batista de um jogo ofensivo, não se sustentou ao longo da partida.
São Paulo pressiona e vira o jogo
O São Paulo, por sua vez, cresceu no jogo, principalmente no segundo tempo. Após as substituições de Adilson Batista – que tirou Gustavo Xuxa e Osman para colocar Guilherme Madruga e Guilherme Mantuan – o time tricolor passou a pressionar mais e conseguiu a virada. O técnico explicou as mudanças, argumentando que o Botafogo não jogou de forma reativa mesmo com a vantagem no placar, e que as substituições foram motivadas por lesões e desgaste físico de alguns jogadores.
Análise da partida e os desdobramentos
A partida gerou debates sobre as escolhas táticas de Adilson Batista, principalmente a respeito da ausência de Edison, que vinha em boa fase. O técnico justificou suas decisões, destacando o conhecimento dos jogadores e a necessidade de administrar o desgaste físico pensando no próximo jogo. A partida também foi marcada por polêmicas, como um pênalti marcado para o São Paulo após revisão do VAR e a arremesso de objetos da torcida do Botafogo após um gol do São Paulo, fatos relatados na súmula da partida. Apesar da derrota, o Botafogo se classificou para as quartas de final do Campeonato Paulista, onde enfrentará o Bragantino.



