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Tempo seco, baixas temperaturas… doenças respiratórias se intensificam no inverno

Quem fala sobre esses problemas e como evitá-los é o médico pneumologista Júlio César Bruno
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Quem fala sobre esses problemas e como evitá-los é o médico pneumologista Júlio César Bruno

Quem fala sobre esses problemas e como evitá-los é o médico pneumologista Júlio César Bruno

O inverno chegou a Ribeirão Preto com temperaturas que oscilam entre 13°C e 29°C, causando grande amplitude térmica. Essa variação, somada ao tempo seco, contribui para o aumento de doenças respiratórias e alergias.

Aumento de doenças respiratórias no inverno

Com a mudança climática e o tempo seco, os consultórios médicos e postos de saúde registram um aumento significativo no número de pacientes com problemas respiratórios. Vírus como influenza, rinovírus e adenovírus causam gripes e resfriados, afetando principalmente idosos, crianças e pessoas com doenças respiratórias pré-existentes. A baixa umidade do ar, chegando a níveis de atenção, agrava ainda mais a situação.

Prevenção e cuidados

A vacinação contra a influenza é fundamental para minimizar os impactos da estação. A hidratação adequada é crucial, especialmente para idosos e crianças, que muitas vezes não percebem a necessidade de beber água em climas secos. A utilização de soro fisiológico para higienizar as mucosas nasais e o uso consciente de umidificadores de ar também são importantes. É preciso cautela com o uso de umidificadores, evitando a umidade excessiva que pode favorecer o crescimento de ácaros e fungos. A proteção solar também é recomendada, principalmente para pessoas que ficam expostas ao sol e ao vento.

Recomendações importantes

Manter-se hidratado, monitorar sintomas e procurar atendimento médico ao perceber qualquer alteração no organismo são medidas essenciais. A conscientização sobre os riscos e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para enfrentar o inverno com mais saúde e segurança. O uso adequado de umidificadores, com intervalos regulares, ajuda a manter a umidade do ar sem riscos à saúde. A atenção aos idosos e crianças, grupos mais vulneráveis, é crucial.

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