Especialistas dão dicas de como amenizar os efeitos da baixa umidade
A estiagem prolongada tem afetado a saúde da população, principalmente crianças e idosos, com sintomas como dor de cabeça, tosse seca e dificuldades respiratórias.
Impacto na rotina familiar
Famílias têm adaptado suas rotinas para lidar com o tempo seco. Janelas abertas, bacias com água nos quartos e inalações se tornaram comuns em busca de alívio. O uso de inaladores e antibióticos também aumentou significativamente, impactando a saúde financeira e o bem-estar das famílias.
Aumento na procura por serviços de saúde e medicamentos
A procura por remédios e aparelhos de inalação nas farmácias cresceu muito antes do previsto, com filas nos postos de saúde e longos tempos de espera para atendimento. A situação é agravada pela baixa umidade do ar, que também contribui para o aumento de incêndios e poluição. Os relatos de crianças com dificuldades respiratórias e alergias são frequentes.
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Preocupação com o inverno
Com a estiagem persistente desde o início do outono, a preocupação aumenta com a chegada do inverno. A baixa umidade do ar, somada às temperaturas mais baixas, pode agravar ainda mais os problemas de saúde da população. A recomendação é de cuidados redobrados com a saúde, principalmente para crianças e idosos, buscando atendimento médico imediato ao surgirem sintomas respiratórios.



