Reportagem da CBN esteve no local e flagrou situação de abandono; bilheteria e banheiros do terminal estão fechados desde março
Lei de higienização de ônibus gera polêmica e questionamentos sobre responsabilidade pela limpeza de terminais.
Prefeitura contesta lei de higienização
A aprovação da lei que determina a higienização dos ônibus municipais gerou controvérsia. A prefeitura alegou inconstitucionalidade, argumentando vício de iniciativa e criação de encargos financeiros não previstos no contrato de concessão do serviço público. Em nota oficial, a prefeitura informou que a higienização dos veículos já vinha sendo realizada desde o início da pandemia.
Terminal urbano-oeste em situação precária
A reportagem destaca a situação de abandono e sujeira no Terminal Urbano-Oeste Francisco Luciano Lepera, localizado na Avenida Otávio Golfeto, inaugurado em 2016. O terminal apresenta acúmulo de lixo próximo aos bancos, e os banheiros e a bilheteria permanecem fechados desde o início da pandemia. Um cartaz na bilheteria informa sobre o fechamento por tempo indeterminado.
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Busca por responsabilidades
A CBN entrou em contato com a prefeitura e o órgão responsável pela administração do terminal, o Pró-Urbano, para esclarecer as responsabilidades pela limpeza do local. A reportagem aguarda um posicionamento oficial sobre o assunto. A situação de abandono do terminal contrasta com a higienização dos ônibus, levantando questionamentos sobre a gestão e manutenção dos espaços públicos.