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Tínhamos alertado para sair do relacionamento, diz pai de mulher encontrada carbonizada em Franca

Companheiro da vítima, de 27 anos, é principal suspeito de matar e atear fogo no corpo de Sara Cristina Candeias Carvalho
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Companheiro da vítima, de 27 anos, é principal suspeito de matar e atear fogo no corpo de Sara Cristina Candeias Carvalho

Companheiro da vítima, de 27 anos, é principal suspeito de matar e atear fogo no corpo de Sara Cristina Candeias Carvalho

Em Franca, São Paulo, um caso de feminicídio chocou a população. Sara Cristina Candeias Carvalho, de 24 anos, foi encontrada carbonizada em sua própria casa, vítima de seu ex-companheiro, Caio. Seu pai, Walter Portela de Carvalho, havia pedido à filha que terminasse o relacionamento conturbado.

Histórico de Violência

O relacionamento de Sara e Caio era marcado por frequentes brigas. Há relatos de moradores sobre as discussões constantes no Jardim Aeroporto, onde o casal vivia. Dias antes do crime, Sara precisou ser resgatada pela família após uma briga com Caio. Em 6 de janeiro, ela sofreu agressões com faca e martelo, ficando ferida. A irmã de Caio chegou a presenciar Sara sendo agredida enquanto estava desmaiada. Esse histórico de violência demonstra um padrão de comportamento abusivo por parte do suspeito.

A Tragédia e o Paradeiro do Suspeito

Após o assassinato de Sara, sua filha de sete meses foi encontrada horas depois com conhecidos de Caio no Jardim Aeroporto 3. Caio deixou a criança com uma dona de casa por volta das 7h20 da manhã, alegando precisar ir a uma entrevista de emprego, mas não retornou. O pai da criança foi preso posteriormente por falta de pagamento de pensão alimentícia de outro filho, e a menina ficou sob os cuidados do Conselho Tutelar. A polícia investiga o caso e pede a colaboração da população para encontrar Caio, considerado o principal suspeito. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelos números 181 e 197.

O caso de Sara destaca a importância de se combater a violência doméstica e o feminicídio. O aumento de casos de violência contra a mulher e a busca por medidas protetivas demonstram a necessidade de mais atenção e recursos para auxiliar as vítimas. A tragédia serve como um alerta para a gravidade da violência doméstica e a urgência de se buscar ajuda e apoio em situações de risco.

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