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TJ mantém julgamento de Guilherme Longo em Ribeirão Preto

Ele responde por homicídios triplamente qualificado pela morte do enteado, Joaquim Ponte, em 2013
julgamento Guilherme Longo
Ele responde por homicídios triplamente qualificado pela morte do enteado, Joaquim Ponte, em 2013

Ele responde por homicídios triplamente qualificado pela morte do enteado, Joaquim Ponte, em 2013

Julgamento de Guilherme Longo permanece em Ribeirão Preto

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter em Ribeirão Preto o julgamento de Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim, cujo caso chocou o país. A juíza Isabel Cristina Alonso, da 2ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, havia autorizado a mudança do local do júri popular para outra cidade a pedido da defesa, alegando que a comoção em Ribeirão Preto poderia influenciar a decisão dos jurados. Apesar disso, o pedido foi negado pela instância superior.

Pedido da Mãe

A mãe de Joaquim, Natália Ponte, também solicitou a mudança do julgamento, mas sua petição ainda não foi julgada. Enquanto isso, Guilherme Longo permanece preso em Tremembé, e Natália aguarda o julgamento em liberdade. Ambos respondem por homicídio triplamente qualificado.

O Caso Joaquim

Seis anos após o corpo de Joaquim ser encontrado no Rio Pardo, próximo a Barretos, o caso segue em andamento. A acusação afirma que a criança, diabética na época com três anos de idade, foi morta por uma alta dosagem de insulina aplicada pelo padrasto, que posteriormente teria jogado o corpo no Córrego Tanquinho, no bairro Jardim Independência, em Ribeirão Preto.

O julgamento em Ribeirão Preto representa um desfecho importante para o caso que gerou grande comoção e expectativa na cidade e em todo o país, aguardando-se o desenrolar dos fatos em instância judicial.

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