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TJ-SP julga leis aprovadas pela Câmara como inconstitucional

Uma sugere que todos os assentos de ônibus circulares sejam preferenciais, outra obriga Prefeitura a apresentar mais relatórios
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Uma sugere que todos os assentos de ônibus circulares sejam preferenciais, outra obriga Prefeitura a apresentar mais relatórios

Uma sugere que todos os assentos de ônibus circulares sejam preferenciais, outra obriga Prefeitura a apresentar mais relatórios

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) declarou inconstitucionais duas leis aprovadas em 2023 pela Câmara Municipal de Ribeirão Preto. As decisões, publicadas no Diário Oficial, foram favoráveis à prefeitura.

Assentos Preferenciais em Ônibus

Uma das leis tornava todos os assentos de ônibus municipais preferenciais. O desembargador Bereta da Silveira considerou a lei irrazóavel.

Relatórios de Gestão

A outra lei obrigava a prefeitura a apresentar relatórios de gestão para auxiliar a fiscalização dos vereadores. O desembargador Márcio Bartoli entendeu que essa obrigatoriedade deveria constar na lei orgânica do município.

Reações

O ex-vereador Ricardo Silva, autor de um dos projetos, lamentou a decisão e espera que a Câmara recorra. O atual presidente da Câmara, Rodrigo Simões, orientou a Comissão de Constituição e Justiça a analisar projetos de lei com mais cautela.

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