Diretoria do BEC pleiteia uma vaga na A2 no lugar que seria do RB Brasil, rebaixado por conta da parceria com o Bragantino
O Barretus, clube de futebol, não obteve sucesso em sua tentativa de reverter a decisão que o manteve na Série A3 do Campeonato Paulista. O clube alegou que o RB Brasil, ao comprar o Bragantino, deveria ser rebaixado para a Série A2, abrindo assim uma vaga para o Barretus.
Entendendo a polêmica
A argumentação do Barretus se baseia no regulamento da Federação Paulista de Futebol, que determina o rebaixamento automático em casos de fusão entre clubes da mesma divisão. A defesa do clube entende que a compra do Bragantino pelo RB Brasil configura uma fusão, justificando o pedido de vaga na Série A2.
A batalha judicial
O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) rejeitou o recurso do Barretus, mantendo a equipe na Série A3. O clube, no entanto, pretende recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), prolongando a disputa judicial. A questão central é a interpretação do regulamento e se a compra do Bragantino se enquadra na definição de fusão.
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Perspectivas e análises
Especialistas em direito desportivo analisam o caso com opiniões divergentes. Enquanto alguns entendem que o pedido do Barretus é juridicamente plausível, baseando-se na literalidade do regulamento, outros argumentam que a compra de um clube por outro não se configura como uma fusão no sentido estrito do termo. A falta de clareza na legislação esportiva brasileira contribui para a complexidade do caso, e o desenrolar da disputa judicial no STJD definirá o futuro do Barretus na temporada seguinte. A polêmica também levanta questionamentos sobre a definição de “primeira” e “segunda” divisão no Campeonato Paulista, uma vez que a nomenclatura gera confusão entre as séries A1, A2 e A3.


