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Torcida chama presidente Fausi Henrique de ‘chorão’ e pede reforços: ‘cadê as cerejas?’

Grupo também questionou a ausência do mandatário no dia a dia do clube; protesto foi no estádio Palma Travassos
reforços no futebol
Grupo também questionou a ausência do mandatário no dia a dia do clube; protesto foi no estádio Palma Travassos

Grupo também questionou a ausência do mandatário no dia a dia do clube; protesto foi no estádio Palma Travassos

O Comercial enfrenta uma crise na Série A2 do Campeonato Paulista, com quatro empates e quatro derrotas em oito rodadas. A equipe apresentou atuações abaixo do esperado, marcando apenas cinco gols e sofrendo 14. A torcida, insatisfeita, promoveu protestos no estádio e nas redes sociais.

Protesto da Torcida

Torcedores comercialinos foram ao estádio para protestar contra jogadores, comissão técnica e diretoria. Faixas direcionadas ao presidente Fausi Henrique questionavam a falta de reforços (“Cadê as cerejas?”), sua ausência nos jogos (“Presidente Home Office”) e seu suposto desespero (“Fausi Chorão”). O protesto, iniciado presencialmente, expandiu-se para as redes sociais via WhatsApp.

A Busca por Reforços

O Comercial busca cinco reforços até a data limite de inscrição no campeonato. A expectativa é que esses jogadores cheguem para fortalecer o time titular e deem uma resposta imediata às críticas da torcida. A situação é agravada pela lesão de Hilário, que necessita de cirurgia e impossibilita sua participação na Série A2, reduzindo o número de vagas para contratações.

Desafio Iminente e Análise da Situação

O próximo jogo do Comercial é contra o São José, líder invicto do campeonato. A equipe precisa reagir rapidamente, com apenas sete rodadas restantes na primeira fase. A situação é complicada, exigindo contratações imediatas e um trabalho intenso da comissão técnica para melhorar o desempenho e o moral da equipe. A falta de estrutura no departamento de futebol do Comercial também é apontada como um dos problemas, com a ausência de pessoas para auxiliar o presidente, que não recebe salário do clube e possui outras obrigações profissionais. Apesar das manifestações da torcida, a entrada em campo e a tentativa de confronto com os jogadores são atos questionáveis, podendo prejudicar o desempenho do time.

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